domingo, 19 de setembro de 2010

Gafes nos Tribunais

Estas são piadas retiradas do livro "Desordem no Tribunal". São
coisas que as pessoas realmente disseram, e que foram transcritas textualmente pelos taquígrafos, que tiveram que permanecer calmos enquanto estes diálogos realmente aconteciam à sua frente. Vale a pena ler - são excelentes!
Pergunta: Qual é a data do seu nascimento?
Resposta: 15 de julho.
P: Que ano?
R: Todo ano.
P: Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória?
R: Sim.
P: E de que modo ela afeta sua memória?
R: Eu esqueço das coisas.
P: Você esquece... Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha esquecido?
P: Que idade tem seu filho?
R: 38 ou 35, não me lembro.
P: Há quanto tempo ele mora com você?
R: Há 45 anos.
P: Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou naquela manhã?
R: Ele disse, "Onde estou, Betty?"
P: E por que você se aborreceu?
R: Meu nome é Susan.
P: Me diga, doutor... não é verdade que, ao morrer no sono, a pessoa só saberá que morreu na manhã seguinte?
P: Seu filho mais novo, o de 20 anos...
R: Sim.
P: Que idade ele tem?
P: Sobre esta foto sua... o senhor estava presente quando ela foi tirada?
P: Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto?
R: Sim, foi.
P: E o que você estava fazendo nesse dia?
P: Ela tinha 3 filhos, certo?
R: Certo.
P: Quantos eram meninos?
R: Nenhum
P: E quantas eram meninas?
P: Sr. Wilson, por que acabou seu primeiro casamento?
R: Por morte do cônjuge.
P: E por morte de que cônjuge ele acabou?
P: Poderia descrever o suspeito?
R: Ele tinha estatura mediana e usava barba.
P: E era um homem ou uma mulher?
P: Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas?
R: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas...
P: Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta deve ser oral, ok? Que escola você freqüenta?
R: Oral.
P: Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o
corpo da vitima?
R: Sim, a autópsia começou às 20:30.
P: E o sr. Dennis já estava morto a essa hora?
R: Não... Ele estava sentado na maca, se perguntando porque eu estava fazendo aquela autópsia nele.
P: O senhor está qualificado para nos fornecer uma amostra de urina?
P: Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da vítima?
R: Não.
O senhor checou a pressão arterial?
R: Não.
P: O senhor checou a respiração?
R: Não.
P: Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?
R: Não.
P: Como o senhor pode ter essa certeza?
R: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
P: Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
R: Sim, é possível que ele estivesse vivo e exercendo Direito em algum lugar!!

Concurso para Polícia Militar

O jornal O POVO antecipa as questões de múltipla escolha e discursivas das mais difíceis provas já vistas.
Mesmo assim, os candidatos precisam de muita dedicação e estudo para assimilar corretamente os conceitos que garantirão uma boa colocação.
MATEMÁTICA:
1) Responda: 200 gramas de cocaína equivalem a:
a) Uma cervejinha.
b) Uma cervejinha e um Omega 0 km.
c) Uma cervejinha, um Omega 0 km e uma cobertura em Ipanema.
d) Uma tremenda rebordosa no dia seguinte.
2) Questão discursiva:
Um delegado de Polícia ganha três salários mínimos por mês e tem dois carros importados, quatro apartamentos na Zona Sul, uma fazenda em Mato Grosso, um avião a jato e uma conta na Suíça. Calcule quantas horas extras ele teve que fazer para conseguir esse patrimônio todo.
PORTUGUÊS:
1) Na oração: "O X-9 me dedurou no tribunal", o sujeito é:
a) Um filho da puta e tem mais é que morrer.
b) Oculto, mas eu vou atrás dele, pois esse filho da puta tem mais é que morrer.
c) Indeterminado, mas eu vou passar fogo nuns trastes de quem eu estou suspeitando, pois esses filhos da puta têm mais é que morrer.
d) Inexistente, pois eu já matei o filho da puta que tinha mais é que morrer.
2) Verifique o que esta errado na frase: "Os pessoal da Patamo levou umas cervejinha dos motorista de taxi."
a) O sujeito não concorda com a propina.
b) Os policiais botaram o objeto direto na cara do motorista.
c) A cerveja estava quente.
d) O presunto estava frio.
FÍSICA:
1) A terceira lei de Newton é:
a) Dois presuntos não podem ocupar o mesmo lugar na vala.
b) Dois cadáveres não podem ocupar a mesma gaveta no IML.
c) A toda ação dos traficantes corresponde uma corrupção no sentido contrário.
d) Olho por olho, dente por dente.
2) Questão discursiva:
Um camburão da Rota parte de São Paulo a 200 Km/h em direção à Vigário Geral. Ao mesmo tempo, uma caminhonete do Aqui Agora sai do Rio de Janeiro a 340 Km/h. Sabendo-se que o coeficiente de atrito entre bandidos e policiais é nulo, calcule a merda que vai dar.
QUÍMICA:
1) Um policial bêbado passou chumbo (Pb) no povo (PT) que já  está cansado de levar ferro (Fe) no cobre (Cu). Qual o resultado esta mistura de elementos?
a) Um editorial no New York Times
b) Uma música do Caetano Veloso.
c) O policial já se encontra preso numa cadeia carbônica.
d) Apenas rotina.
2) Um arquivo da Delegacia de Entorpecentes queima a 1.200 graus Celsius. A este fenômeno dá-se o nome de:
a) Combustão de arquivo.
b) Carbonização de provas comprometedoras.
c) Não sei, nesse dia eu estava de folga.
d) Não sei, mas vamos abrir um rigoroso inquérito para não descobrir a resposta.
3) Um mau elemento químico foi visto fazendo uma chacina.Qual é este elemento?
a) PM (propineno de meganhol).
b) Corruptanato de Propinol.
c) Ácido Roubonucleico.
d) Tiro?! Que tiro?! Não escutei tiro nenhum não Senhor!.

Reflexões

A verdadeira felicidade está nas pequenas coisas...um pequeno iate, um pequeno Rolex, uma pequena mansão, uma pequena fortuna...


O importante não é ganhar, O que importa é competir sem perder nem empate


A preguiça é mãe de todos  os vicios, mas uma mãe é uma mãe e é preciso respeita-la, pronto!


Ter a consciência limpa, é ter a memória fraca.


Há um mundo bem melhor...só que é caríssimo


Se tu és capaz de sorrir quando tudo deu errado, é porque já descobriste em quem pôr a culpa.


Mais valem duas abelhas voando do que uma na mão.


Deus criou o homem antes da mulher para não ter que ouvir os palpites.



Viva cada dia como se fosse o último. Um dia você acerta.


O bom do trabalho em equipe, é que se algo der errado, sempre poderá culpar alguém


Evite acidentes. Faça de propósito.


Roubar idéias de uma pessoa é plágio. Roubar de várias, é pesquisa.

Pensamento do Dia.

O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE.:
SE BEBE NÃO DIRIJA!!


sexta-feira, 17 de setembro de 2010

20 Mitos sobre os computadores


  1. Faz mau ao computador ter ímãs colados à CPU.
    Falso. Nenhum problema com a CPU, mas não podemos dizer o mesmo do monitor, desgasta suas cores. Evite a qualquer custo utilizar equipamentos imantados muito próximos aso monitores pois as cores podem resultar distorcidas.
  2. Empurrar o cd com o dedo para inserí-lo na CPU é prejudicial ao equipamento.
    Falso. Nada a ver. Nada irá acontecer se você empurrar com uma força normal. Foi feito exatamente para isso.
  3. Água ou café derramada sobre o teclado pode arruinar seu funcionamento.
    Verdadeiro. Estragam as trilhas metalizadas que estão embaixo das teclas. Podem criar um curto-circuito e queimar.
  4. É necessário ter espaço entre o monitor e a parede atrás dele.
    Falso. Monitor não é geladeira. O ambiente em geral deve estar ventilado, mas não é indispensável que seja muita a distância. É muito pior ter outro monitor atrás (como acontece em muitos escritórios) porque pode haver o risco de ter interferências entre os computadores.
  5. Quando o computador passou a noite toda ligado é melhor desligá-lo e voltar a reiniciar.
    Falso. Pode seguir ligado sem problema algum. Ainda que pareça o contrário e dê vontade de desligá-lo um momento para que descanse, seguindo a lógica humana, o HD dura muito mais se permanecer ligado e não sendo o tempo todo ligado e desligado. Por uma qüestão de economia de energia não convém deixar ligado por vários dias, mas se não levarmos em conta o fator do aqueciemento global seria muito melhor para o PC 
    nunca desligá-lo. Eles foram criados para isso.
  6. Gasta mais energia ao ser ligado do que em várias horas de uso.
    Falso. Ao ligar não consome tanto como para superar as horas de funcionamento. Ao desligar poupa-se energia e se permanecer ligado gasta, como qualquer outro eletrodoméstico.
  7. Faz mal ao computador ter algum celular por perto.
    Falso. Sem problema algum, no máximo um ronco provocado pela interferência de uma chamada.
  8. Depois de desligar o computador é melhor deixá-lo descansar uns segundos antes de voltar a ligar.
    Verdadeiro. É recomendável esperar no mínimo alguns segundos antes de voltar a ligá-lo. 10 segundos deve ser o suficiente.
  9. Mover a CPU quando o computador está ligado pode queimar o HD.
    Falso. A força centrífuga com que gira o HD é tanta que não acontece nada ao se mover a CPU. Muito menos ainda em se tratando de um notebook, porque eles foram feitos para isso. Mas é lógico que você não vai sair por ai dando "porrada" no equipamento, né?.
  10. Pelo bem do monitor, é conveniente usar protetor de tela quando não está em uso.
    Verdadeiro. Porque o mecanismo do protetor de tela faz com que o desgaste das cores da tela seja uniforme. Ao renovar as imagens constantemente, não se gasta num mesmo lugar.
  11. Quando há chuva forte, é absolutamente necessário tirar o plugue do computador da tomada.
    Verdadeiro. Deveria ser adotado como uma obrigação no caso de uma chuva muito forte com muitos raios e trovões. Da mesma foram é aconselhável retirar os cabos do telefone e da alimentação do modem para que não queimem com a descarga de raios.
  12. Não é conveniente olhar a luz vermelha que está embaixo do mouse óptico.
    Verdadeiro. Pode até não deixar ninguém cego, mas é uma luz bastante forte que pode sim fazer mal a retina.
  13. Nos notebooks deve-se acoplar primeiro o cabo de eletricidade à máquina e somente depois esse cabo a tomada.
    Falso. Tanto faz. Quase todos os equipamentos portáteis atuais tem proteção de curto-circuito e são multi-voltagem, podem ser ligados em tensões de 90 a 240 volts, pelo que são sumamente estáveis.
  14. Ao desligar o computador convém também desligar o monitor.
    Falso. Outra vez tanto faz. Ao desligar a CPU, o monitor fica num estado em que consome muito pouca energia (pouca coisa mais que 1W) e não sofre desgaste algum. A decisão termina sendo em função da economia, ainda que o consumo seja realmente mínimo.
  15. Não se deve colocar cds, disquetes ou qualquer outro elemento sobre a CPU.
    Falso. Lógico, nada do que é colocado sobre a CPU pode ser afetado ou avariado, a não ser que esteja úmida e a água possa chegar ao equipamento.
  16. O computador nunca pode ficar ao sol.
    Verdadeiro. Se ele esquentar mais do que o habitual sua vida útil tende a decrescer. Por isso nunca é boa idéia instalar o PC próximo a janelas onde bate o sol.
  17. Se mais de 80% do HD tiver sendo usado, a máquina se torna mais lenta.
    Verdadeiro. Sempre é uma qüestão de porcentagem, por mais que se tenha 20 gb livres, se for menos de 20% da capacidade do disco, o funcionamento do computador será lento.
  18. Não se deve tirar o pen drive sem avisar à máquina.
    Verdadeiro. Deve ser selecionada a opção "Retirar hardware com segurança" antes de retirá-lo. Caso contrário, corre-se o risco de queimar a memória do usb.
  19. Ter o desktop cheio de ícones deixa o computador mais lento.
    Verdadeiro. Não importa se são ícones de programas ou arquivos. O que acontece é que a placa de vídeo do computador renova constantemente a informação apresentada na tela e quanto mais ícones, mais tempo.
  20. Desligar a máquina diretamente no botão, sem selecionar previamente a opção de desligar o equipamento, estraga o HD.
    Verdadeiro. O HD pode queimar ao ser desligado enquanto ele ainda está lendo ou escrevendo em alguma parte do sistema. Ademais, quando a energia é desligada subitamente, as placas que cobrem o disco (que gira até 10 mil rotações) descem sobre ele e podem ir riscando até que alcancem a posição de descanso. Ao selecionar a opção Desligar o Computador, todo o sistema se prepara para repousar e suspende todas as atividades. Cada peça vai ficar em seu devido lugar.

Imagens sem Photoshop

























O grande segredo dos Beatles.

Aos fãs do grupo musical esta lenda urbana não deve ser novidade, mas aos que não, seguramente vão achar curiosas toda a série de teorias conspiratórias expostas a seguir. Se você acreditava que o assassinato de JFK era a maior conspiração do século XX, esqueça, é que ainda não tinha ouvido esta lenda.


A história é um famoso "hoax" segundo o qual, supostamente, Paul McCartney morreu há mais de 40 anos. Uma morte que os membros do grupo ocultaram desde então.

O acidente
Em meados dos anos 60, a carreira dos Beatles estava em pleno apogeu. Tinham várias canções no topo das paradas de sucesso do mundo todo, e estavam no caminho de se converter na banda musical mais famosa de todos os tempos. Mas quando o sucesso vem tão rápido, é inevitável que surjam os choques de ego entre os membros do grupo.

Assim, segundo a lenda, em 9 de Novembro de 1966, Paul McCartney abandonou o estúdio de gravação de Abbey Road depois de uma forte discussão com seus colegas; pegou seu Aston-Martin e saiu a toda velocidade sem prestar atenção à estrada até que, ao chegar a um cruzamento, não prestou atenção ao semáforo e foi abalroado por um caminhão.

Brian Epstein, então empresário dos Beatles, foi avisado imediatamente do acidente. Supostamente, Paul tinha ficado tão desfigurado que só foi possível identificá-lo através da arcada dentária. Misteriosamente, Brian conseguiu que a polícia não fizesse referência à morte de Paul. No relatório policial simplesmente constava que um homem jovem tinha perecido no acidente, mas que não teria sido identificado.

Procurando um sustituto
Os Beatles não podiam se permitir perder um membro da banda em seu maior momento de popularidade. A morte de Paul supunha um conflito de interesses, já que este era, junto a Lennon, o membro mas popular do grupo e o preferido entre as mulheres. Lennon e McCartney eram a alma do grupo e os compositores da maior parte das canções. Por isso, e depois de superar o choque de sua morte, Epstein teve uma idéia descabelada: procurar um sustituto, um clone que pudesse pelo menos substituir Paul em sessões fotográficas e atuações. Para sua voz nas gravações, utilizariam diferentes cantores que pudessem imitá-lo.

Finalmente o suposto escolhido, um jovem chamado William Campbell, saiu-se melhor que a encomenda: cantava bem, era ótimo músico e muito parecido com Paul, mas contava com duas importantes diferenças: era destro (Paul era canhoto) e só sabia tocar guitarra. Não foi problema; depois de alguns meses de treinamento no manejo do baixo com a mão esquerda e mais alguns retoques estéticos, estava pronto para sua apresentação em público. Durante anos o falso Paul enganou, mas de repente, em 1969...
Surge a suspeita
O rumor da suposta morte e substituição de Paul McCartney apareceu pela primeira vez em 1969. Tudo começou com um telefonema que alguém chamado "Tom" fez a Russ Gibb, um famoso locutor da WKNR-FM. Graças a cagüetagem, Russ narrou por rádio uma das lendas urbanas mais memoráveis de todos os tempos: a suposta morte de McCartney e o posterior encobrimento.

Pouco depois, Fred Labour, um estudante da Universidade de Michigan, publicou uma curiosa análise no jornal da Universidade sobre "Abbey Road", o disco lançado pelos Beatles nesse mesmo ano. Fred assegurava que na capa e nas letras das músicas do disco se encontravam numerosas pistas que delatavam a existência de uma grande conspiração para ocultar a morte de Paul.

Começaram a realizar-se comparações visuais entre fotografias de McCartney tomadas antes de 1966 e fotografias de anos posteriores (que supostamente seriam de William Campbell). E assim surgiu a lenda. Em alguns meses, os fãs de todo mundo tinham encontrado centenas de referências ocultas ao trágico acontecimento.
O descontentamento dos Beatles
Supostamente os Beatles, descontentes com o secretismo criado ao redor da morte de seu parceiro, dedicaram-se a deixar pistas dispersas aqui e ali sobre o que realmente tinha acontecido. O grande segredo dos Beatles só seria revelado para aquele que soubessem seguir as pistas deixadas pelo grupo em suas obras posteriores a 1966. Vejamos algumas delas:
- Sgt. Pepper's Lonely Hearts Clube Band (1967)
Este álbum conta com uma das capas mais famosas da história da música e, ao mesmo tempo, cheia de simbolismo para a lenda urbana em questão. Nela aparece uma fotografia dos quatro Beatles vestidos como sargentos diante de uma colagem de rostos célebres, entre os quais Marilyn Monroe, Bob Dylan, Cassius Clay, D.H. Lawrence e até Shirley Temple. À esquerda dos Beatles de carne e osso aparecem umas estatúas dos mesmos em cera, mais jovens (tal como eram antes da suposta morte de Paul) e vestidos de traje escuro. Todas os personagens estão ante o que parece ser uma sepultura aberta pelo que a simbologia da morte é evidente.
Sobre a cabeça de Paul, na capa do disco, aparece uma mão aberta. A mão aberta é um símbolo da morte em algumas religiões orientais. É o caso, por exemplo, da chamada "Jain Hand", um símbolo de uma doutrina indiana que representa a reencarnação do alma. Este fato parece ter ainda mais significado se levarmos em conta a relação dos Beatles com a cultura indiana. Ademais ainda poderia ser o símbolo cristão de benção.

Entre estas e outras 
"Sgt. Pepper's Lonely Hearts Clube Band" foi o primeiro disco dos Beatles que incluía a letra das canções. Em duas delas há claras referências à morte de Paul. Na faixa 6, "She's Leaving Home" há uma estrofe que diz"Wednesday morning at five o'clock". Estes seriam o dia e a hora exata do suposto acidente de carro. Na última faixa do disco, "A Day In The Life", a letra é ainda mais clara quando diz: "He blew his mind out in a car, he didn’t notice that the lights had changed" (Ele perdeu a cabeça num carro, não percebeu que o semáforo tinha mudado).
- Magical Mistery Tour (1967) e The White Album (1968)
Os Beatles aparecem fantasiados de animais na capa do disco. Enquanto três deles estão de branco, Paul está vestido de negro (a cor da morte). Paul é a morsa ("Walrus", em inglês). Na canção "I'm The Walrus" (Eu sou a morsa) é John Lennon que canta, portanto a morsa é ele. No entanto, posteriormente, na canção"Glass Onion" do álbum "The White Album", John Lennon canta "Well here's another clue for you all. The walrus is Paul" (Bem, aqui há uma última pista para todos vocês. A morsa é Paul). Além do quê, ao final de "I'm The Walrus" pode escutar-se uma voz que diz "Bury me, bury me, bury my body... Oh finally death" (Enterra-me, enterra-me, enterra meu corpo... Oh finalmente morto).
- Yellow Submarine (1969)
O submarino que dá nome ao disco aparece na parte inferior da imagem. A letra da canção que dá título ao disco: "Sky of blue, sea of green in our yellow submarine" (Céu azul, mar verde em nosso submarino amarelo). O submarino representa o ataúde de Paul, enterrado numa colina de grama verde.

Mas este não é o único símbolo claro, já que de novo volta a aparecer a mão aberta sobre a cabeça de Paul.
- Abbey Road (1969)
A capa do último álbum da banda também esta carregada de referências à morte de Paul. Os quatro Beatles aparecem em fila, como encenando um cortejo fúnebre. John Lennon vai vestido de branco: é o pregador, Ringo está de luto, é o amigo do defunto. George Harrison, a sua vez, vai vestido com um roupa informal, estilo cowboy: é o coveiro. Paul é o único dos quatro que está descalço e caminha com os olhos fechados. Em muitas culturas orientais, os defuntos são queimados descalços. Notar também que seu passo está descoordenado com respeito aos demais, como se não pertencesse à procissão.
Por último, o carro negro estacionado à direita, em segundo plano, parece um carro fúnebre. O resto de detalhes são mais sutis, mas claramente reveladores. Há duas pistas que são especialmente importantes. A primeira é que Paul está fumando com um cigarro na mão direita. Recordar que Paul McCartney era canhoto enquanto William Campbell, seu suposto sustituto, era destro, ainda que tenha aprendido a tocar o baixo com a mão esquerda para disimular esta diferença. O segundo detalhe é a placa do fusca branco estacionado em segundo plano, "28 IF" (28 SE) 28 anos seria a idade que teria Paul McCartney no lançamento do disco SE ainda estivesse vivo.


Conclusão:
Notem que toda a história é bem enredada e por mais que pareça (seja) um boato, apenas uma lenda urbana, poderia ter muito bem acontecido sim.

Além de quê, os fatos que geraram todo este "hoax" poderiam sim ter sido uma jogada de mestre e de marketing criados pelo empresário para manter a banda sempre em evidência. Some se ao fato de serem músicos sensacionais e que que estavam a frente de seu tempo não poderia resultar diferente: A melhor banda de todos os tempos.